SindSaude Terça-feira, 20 de novembro de 2018

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  • 24/10/2018

    Arrecadação permite reajuste salarial em 2018

    Arrecadação permite reajuste salarial em 2018
    Sindicatos do FES reivindicam retomada das negociações

    Está comprovado: o governo Richa subestimou a receita de 2018 quando enviou à Assembleia Legislativa uma LOA – Lei de Orçamento Anual – sem a previsão de reajuste salarial para o funcionalismo. Tendo em vista a arrecadação dos dois primeiros quadrimestres, haveria, sim, limite fiscal e financeiro para pagar a reposição de 2,76%.

    Financeiro – Já na última reunião entre governo e servidores, os técnicos da gestão tinham abandonado a previsão de redução da receita. A nova perspectiva era de que a arrecadação de 2017 se repetisse. Que nada. De acordo com o economista Cid Cordeiro, com base no desempenho do primeiro e segundo quadrimestres, a expectativa é que a receita cresça algo em torno de 2,5% a 3,5% em 2018. Um crescimento que renderia um adicional de até R$ 3 bilhões aos cofres do Estado. Montante suficiente para pagar o reajuste.

    LRF – Outra falácia dos gestores é que um aumento das “despesas” com pessoal poderia fazer com que o Estado desrespeitasse a Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF. De acordo com a lei, o montante gasto pelo governo com o funcionalismo não pode ultrapassar os 46,55%. Segundo a projeção de arrecadação citada no item anterior, se o governo pagasse a reposição de 2,76% em maio, o gasto com pessoal fecharia o ano em 46,55% da receita e 46,22% caso o reajuste fosse pago em agosto.

    Negociação – O FES – Fórum das Entidades Sindicais – do qual o SindSaúde faz parte da coordenação – esteve nessa quarta-feira, 24/10, no Palácio Iguaçu para reforçar o pedido de retomada das negociações sobre o reajuste salarial. Essa empreitada deve ser assumida por todos. O rombo no nosso contracheque deve servir para impulsionar movimentos em defesa do reajuste salarial.

Esta matéria pode ser reproduzida desde que citada a fonte.

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